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TikTok pede ao Supremo Tribunal que impeça proibição iminente a poucos dias de entrar em vigor

  • Foto do escritor: Wellington Faria
    Wellington Faria
  • 10 de jan.
  • 1 min de leitura

TikTok é uma situação de "fio de dois gumes", diz Shannon Bream


A âncora do 'FOX News Sunday', Shannon Bream, discute o aumento do antissemitismo nos EUA e reage a uma recente pesquisa mostrando que mais eleitores preferem Kamala Harris ao presidente Biden.


Na sexta-feira, a Suprema Corte ouvirá argumentos orais sobre se a plataforma de mídia social TikTok deve ser obrigada a se desvincular de sua controladora chinesa ou ser banida nos EUA, em um caso amplamente observado que coloca preocupações de segurança nacional contra proteções de liberdade de expressão.


A questão gira em torno da Lei de Proteção dos Americanos contra Aplicativos Controlados por Adversários Estrangeiros, aprovada pelo Congresso em abril, que deu ao TikTok nove meses para se desvincular de sua controladora chinesa, ByteDance, ou ser removido das lojas de aplicativos e serviços de hospedagem nos EUA.


Os advogados do TikTok argumentarão que a lei, que impõe a escolha entre desvinculação ou banimento, viola as proteções da Primeira Emenda. Eles também defenderão que os legisladores não consideraram alternativas menos restritivas antes de optar por um banimento total.


A conta de Donald Trump, presidente eleito, no X, é vista exibida em um smartphone com o logo do TikTok. (Foto por Avishek Das / SOPA Images/Sipa USA)


A decisão da Suprema Corte pode ter grandes implicações para os cerca de 170 milhões de americanos que utilizam o aplicativo.


 
 
 

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